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O tabu pode matar! Vamos falar sobre câncer de próstata? - HSF

 

O câncer de próstata e a realização de seu exame é ainda um tabu entre os homens. De acordo com informações do Instituto Nacional de Câncer (INCA), somente em 2018, 15.576 pessoas morreram com a doença e a expectativa é de que 65.840 novos casos sejam diagnosticados até o fim de 2020.

Embora o cenário de pandemia ainda seja evidente, isso não significa que o cuidado com outras enfermidades devem ser deixados de lado.

Pensando nisso, vamos falar sobre câncer próstata?

Para começar, aos que desconhecem, o câncer que acontece na próstata é o segundo que mais acomete homens e alguns fatores de risco podem contribuir para o desenvolvimento da doença, dentre eles:

  • Idade elevada (acima de 50 anos)**;
  • Excesso de gordura;
  • Exposição a determinados produtos e substâncias químicas.

**O INCA reforça que a idade elevada contribui não somente para o aparecimento, mas também para a taxa de mortalidade.

 

E quais são os sintomas?

Um dos grande impasses do câncer de próstata, é que semelhante à outras doenças ele não apresenta sintomas evidentes em estágio inicial. De toda forma, podem ser sinais de câncer de próstata: dificuldade em urinar ou a necessidade de urinar mais vezes). Em estágio avançado, o câncer de próstata pode resultar, por exemplo, em insuficiência renal.

 

Como é feito o diagnóstico?

Além de reforçar a importância do diagnóstico precoce, o que contribui significativamente para o tratamento que será aplicado ao paciente, há duas maneiras de se realizar o exame de câncer de próstata:

  • Através da testagem do sangue, conhecida como “dosagem PSA”;
  • Além disso, exame de toque retal, em que com cuidado o médico avalia a presença de nódulos ou tecidos endurecidos, o que pode ser um indicativo para câncer de próstata.

Sobre este segundo, é o principal motivo de tabu entre os homens, mas se faz necessário para que os cuidados adequados sejam adotados.

 

Tratamento

Por fim, sobre o tratamento do câncer de próstata, ele varia de acordo com o estado de saúde do indivíduo e também do estágio da doença, podendo variar, por exemplo, entre: radioterapia, terapia hormonal, cirurgia, etc.

 

Precisa de ajuda ou orientação? Fale com os profissionais do Grupo São Francisco.

 

Conteúdo: Equipe de ComunicaçãoFoto: Divulgação.

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